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Bicicleta em Curitiba enfrenta paradoxos urbanos

A cidade investe em ciclovias e tem tradição em mobilidade, mas o uso da bicicleta como transporte ainda esbarra em obstáculos.

Por Helena Prado1 min de leitura
people riding bicycle on road during daytime
Foto: Noralí Nayla / Unsplash

Andar de bicicleta em Curitiba é experiência mista. Há ciclovias bem cuidadas, há trechos perigosos. Há reconhecimento institucional, há cultura ainda dominada pelo carro.

O avanço

Rede de ciclovias se expandiu nas últimas duas décadas. Áreas centrais, conexões interbairros, ligações com parques. Algumas vias têm pavimentação dedicada de qualidade.

Os obstáculos

Topografia (Curitiba tem elevações que cansam ciclista comum), clima (frio e chuva em períodos longos), cultura (preferência forte pelo carro). Tudo limita expansão de uso.

A integração

Conexão entre bicicleta e transporte público é fragmentada. Bicicletário em terminais é limitado. Possibilidade de embarcar bicicleta em ônibus é restrita.

O potencial

Para deslocamentos curtos e médios, bicicleta é alternativa econômica e saudável. Onde existe infraestrutura, ela é usada. Expansão depende de continuidade da rede e da segurança real.

Pra Curitiba, bicicleta é parte do projeto de mobilidade. Não substitui transporte público, mas complementa. Crescer com qualidade exige investimento contínuo.

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