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Ciclovias e o avanço da mobilidade ativa na capital

A bicicleta ganha espaço como alternativa de transporte, mas a rede ainda pede conexão e continuidade.

Por Helena Prado1 min de leitura
a man riding a bike down a street next to tall buildings
Foto: Yohan Marion / Unsplash

A forma como uma cidade se desloca diz muito sobre ela. Em Curitiba, ao lado do transporte coletivo, a bicicleta vem ganhando espaço como alternativa real de mobilidade.

A bicicleta como transporte

Por muito tempo, a bicicleta foi vista apenas como lazer. Essa percepção vem mudando. Cada vez mais gente usa a bike para ir ao trabalho, ao estudo, para resolver a rotina.

Essa mudança de uso é importante. Quando a bicicleta vira transporte, e não só passeio, ela alivia o trânsito, reduz poluição e barateia o deslocamento para o cidadão.

A rede e suas falhas

Curitiba tem investido em ciclovias e ciclofaixas. O problema é que uma rede só funciona bem quando é contínua. Trechos isolados, sem conexão entre si, limitam o uso.

O desafio atual é costurar essa rede. Ligar os trechos, garantir segurança nos cruzamentos e criar rotas que de fato levem o ciclista de um ponto a outro da cidade.

Um passo de cada vez

Consolidar a mobilidade ativa não acontece de uma hora para outra. Exige infraestrutura, mudança de cultura e continuidade nas políticas públicas.

Para Curitiba, que tem tradição em planejamento de mobilidade, a bicicleta é uma oportunidade. Tratá-la como transporte de verdade é o caminho para uma cidade menos dependente do carro.

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