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Comércio popular: o tecido econômico que sustenta o centro

Lojas tradicionais, camelôs regularizados e galerias do centro mantêm parte da economia curitibana funcionando.

Por Helena Prado1 min de leitura
Farmers Market signage at night
Foto: Ryan Stone / Unsplash

Quem caminha pelas ruas centrais de Curitiba percebe rapidamente: o comércio popular é vasto. Galerias, lojas pequenas, camelôs em locais regularizados. Atendem majoritariamente a população local.

A escala

Milhares de pessoas trabalham no comércio popular do centro. Outros milhares dependem dele pra comprar, em preço acessível, o que outros canais não oferecem.

A função econômica

Comércio popular é onde renda média e baixa fazem compras. Roupa, calçado, eletrônica básica, utensílio doméstico. Sem ele, parte significativa da economia urbana não funcionaria.

A pressão constante

Comércio popular vive sob ameaças. Shoppings, comércio online, mudança de hábito. Adaptação é constante.

A regulação que importa

Câmaras, vereadores e secretaria municipal discutem regularmente regras pra comércio de rua. Equilíbrio entre ordenação urbana e direito ao trabalho é delicado.

Pra Curitiba, valorizar o comércio popular é reconhecer que a cidade é feita de várias camadas, não só shopping de luxo. Centro vivo depende disso.

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