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O comércio de rua e a vida econômica do centro

Calçadões e ruas comerciais seguem como espaço de trabalho e renda para milhares de curitibanos.

Por Bianca Stoeberl1 min de leitura
People waiting at a busy city street corner.
Foto: diego cruz / Unsplash

Mesmo na era do comércio digital, as ruas comerciais do centro de Curitiba continuam cheias. O comércio de rua resiste e segue sendo uma parte importante da economia da cidade.

Um espaço de trabalho

Os calçadões e ruas comerciais do centro concentram lojas, serviços e trabalho. Para muitas famílias, esse comércio é a fonte de renda, o negócio que sustenta o orçamento.

Esse papel econômico é concreto. O comércio de rua emprega, gera movimento e mantém a economia do centro funcionando todos os dias.

A concorrência e a adaptação

O comércio de rua enfrenta concorrência. Shoppings, lojas digitais e novos hábitos de consumo mudaram o mercado. Quem está na rua precisou se adaptar.

Essa adaptação acontece de várias formas: atendimento, especialização, uso de canais digitais para complementar a loja física. O comércio de rua que sobrevive é o que se reinventa.

Manter o centro vivo

Há um efeito que vai além da economia. O comércio de rua é parte do que mantém o centro da cidade movimentado e vivo. Ruas com lojas abertas são ruas mais seguras e frequentadas.

Para Curitiba, cuidar do comércio de rua é cuidar do centro. Os dois estão ligados, e a saúde de um depende da saúde do outro.

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