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O mercado imobiliário curitibano vive ciclo de transformação

Verticalização, novos bairros e mudança de hábitos pós-pandemia redefinem onde e como o curitibano mora.

Por Bianca Stoeberl1 min de leitura
green palm tree near silver sedan
Foto: Kane Taylor / Unsplash

Construir, comprar ou alugar imóvel em Curitiba mudou significativamente nos últimos anos. O mercado responde a vetores múltiplos: demografia, regulação urbana, novas formas de morar.

A verticalização

Bairros que antes eram majoritariamente residenciais de baixa altura ganharam torres. Adensamento traz amenidades, mas também questões de tráfego, sombreamento e perda de identidade.

Os bairros em ascensão

Regiões antes periféricas, como Cabral, Champagnat, Mossunguê, viraram destinos atrativos. Combinam preço razoável, infraestrutura e qualidade de vida.

O efeito pós-pandemia

Mudança no padrão de trabalho impactou a procura. Espaço pra home office, varanda gourmet, áreas comuns flexíveis. Imóveis sem essas características perderam atratividade relativa.

A política habitacional

Habitação popular permanece desafio. Programas federais e municipais buscam ampliar oferta pra renda mais baixa. Cidade equilibra crescimento de alto padrão com inclusão urbana.

Pra Curitiba, o mercado imobiliário é termômetro econômico e político. Cada ciclo revela prioridades da cidade.

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